terça-feira, 12 de abril de 2011

número noventa




Em Março de 1915 tinha já saído o número noventa da Ilustração Católica, sendo este número ainda mais esmerado que o costume, por trazer a chronica graphica da entrada  na cidade do Arcebispo de Braga, D. Manuel Vieira de Matos, com quinze photographias.
Poucos dias depois  inaugurava no número trinta e três da rua do Souto um novo atelier de fotógrafo: a photographia Belleza.

© All rights reserved by Catarina Miranda Basso 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

Casa do bacalhau

Casa do bacalhau by cochinilha
Casa do bacalhau, a photo by cochinilha on Flickr.
O objectivo da aula era recolher informação acerca dos antigos estabelecimentos comerciais do centro da cidade de Braga que ainda não foram alvo de qualquer reformulação, desde a sua fundação.

Aqui fica a memória do encontro insólito com um dos actuais proprietários, que forneceu aos "meus" alunos um endereço de internet onde procurar informação acerca da casa: é só ir à internet e "está lá tudo, feito por um prestigiado historiador da cidade"...
Fomos salvos pela agradável conversa com outro sócio do mercado de S. João, Jacinto Vilaça, que servirá para os alunos construírem um breve texto sobre as principais mudanças dos tempos, na voz deste amável e prestável proprietário. A história, essa, já está na internet ...


sábado, 9 de abril de 2011

horário

Echos do Minho, ano 5, n.º 754 (14 Ago. 1915), p. 2.


A partir do verão de 1915, as barbearias e cabeleireiros de Braga tinham estabelecimento aberto desde as oito horas da manhã até às oito horas da noite, com descanso de duas horas para o almoço, que seria entre o meio-dia e as duas da tarde.
Exceptuavam-se as quartas-feiras e sábados, em que fechavam apenas às dez horas da noite. Abertos aos domingos  de manhã, folgavam apenas ao domingo à tarde e à segunda de manhã.


© All rights reserved by Catarina Miranda Basso

Publicação em destaque

as fontes discretas

já no distante ano de 2009, Maria do Carmo Serén publicou um artigo sobre a minha tese de mestrado, a que chamou de " as fontes discre...