quinta-feira, 18 de julho de 2013

scar

anúncio de exibição do filme Scarface no Teatro Circo.
 Correio do Minho, 1932.

a maior produção cinematográfica americana de então passou no teatro circo de braga em fevereiro de 1932: scarface, de Howard Hawks.

toni mata, a mando do joni, o grande luís, leading crime boss da parte sul de Chicago.
joni e toni controlam a zona e vendem cerveja em bares ilegais. joni adverte toni para que não se meta com as gangues irlandesas que controlam a parte norte de Chicago.
enfim, avisos, poder, namoradas, norte e sul à disputa com pelo menos dois happy endings, à mistura com gangues, gangsters e bas-fond que inspiraram o filme homónimo de Brian de Palma, de 1983.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

a luz conta

still de Light is Calling [Bill Morrison, 2004]
começou hoje na 21.ª edição do curtas a retrospectiva do realizador americano Bill Morrison (1965), cujo texto de apresentação nos tinha deixado com a pulga atrás da orelha.
ficamos fãs.





quarta-feira, 3 de julho de 2013

esticar a cidade





de quinta a sábado decorre na Universidade do Minho uma conferência internacional que juntará investigadores de vários continentes, bloguistas, escritores e organizações da sociedade civil em torno das interfaces da lusofonia [resumos das comunicações, AQUI]


integrado neste seminário decorre um programa cultural a que se chamou um pé na língua, que inclui quarta-feira, dia 3 de julho, uma visita à cidade de Braga a partir do mapa use-it.

os autores do texto do use-it Braga irão por um pé na cidade, a partir da Arcada, às 15h, um pouco mais ou menos.








terça-feira, 2 de julho de 2013

contos de prata

para a clementina
(bem-vinda!)

saiu o primeiro conto de prata das fotografias do avesso da Clementina. vamos ficar atentas (sem cochilar) para aprender a revelar e a sorrir com esta rapariga que promete contar acerca de toda a prata de que são feitas as fotografias. a rapariga é da prata da casa e acreditamos no seu (belo) sorriso.







"Era uma vez um Sr. Viseu sorridente, um Sr. Viseu com vida e ar de bem disposto – coisa rara nos dias que correm, ares pouco ou nunca demonstrados, o que talvez se deva ao peso da ingratidão da vida; ou simplesmente foi um hábito que se perdeu – sorrir faz parte de uma aprendizagem, mas não é como andar de bicicleta – esquece-se o rir quando ficamos muito tempo sem o praticar. Temos a Sra. Viseu airosa – não sei se alguma vez desaprendeu a rir, mas sei que a vida foi-lhe ingrata. Por último temos a Sra. Veiga, mãe da Sra. Viseu – pouco ou nada lhe sei. Sorri. "
Inês Viseu

quarta-feira, 26 de junho de 2013

museus












1. Os museus preservam, interpretam e promovem o património natural e cultural da humanidade;

2. Os museus mantêm acervos em benefício da sociedade e do seu desenvolvimento;

3. Os museus conservam testemunhos primários para construir e aprofundar conhecimentos;

4. Os museus criam condições para fruição, compreensão e a promoção do património natural e cultural

5. Os recursos dos museus possibilitam a prestação de outros serviços de interesse público;

6. Os museus trabalham em estreita cooperação com as comunidades de onde provêm seus acervos, assim como com aquelas às quais servem;

7. Os museus funcionam de acordo com a legislação;

8. Os museus actuam com profissionalismo.


O documento principal do ICOM é o Código Deontológico para Museus, que estabelece normas mínimas para a prática profissional e actuação dos museus e seu pessoal. Ao aderir à organização, os membros do ICOM adoptam as provisões deste Código.
Comité Nacional Português do ICOM

sábado, 22 de junho de 2013

no mapa







Não podia estar mais feliz por ver impresso o mapa Use-It Braga, por ter colaborado na sua realização (com uma equipa de luxo) e por vê-lo nas mãos do público, ontem, no seu lançamento, na capela do GNRation, a inaugurar um programa que promete. Ou melhor, até podia, mas isso são outras histórias que não interessam para o caso.
O que interessa mesmo é que se registe o passo que foi ontem dado, que se celebre a entrada de mais um mapa para a história da cartografia da cidade - que a recoloca no mapa - e que se diga que a lição de Miguel Bandeira foi a cereja no topo do bolo.
O geógrafo investigador e docente da Universidade do Minho abrilhantou a noite mostrando, para além de um pouco da história da cartografia da cidade de Braga (e suas principais urbi-visões), uma série de representações iconográficas da cidade (a partir do bilhete postal ilustrado).
Do que mais gostamos? Das linhas vermelhas que representam os cones de visão e que ilustram os pontos de vista utilizados pelo fotógrafo ou desenhador para fazer o registo gráfico das imagens (o ponto da tomada de vista). Tal como tudo, ou quase tudo na vida, é tudo uma questão de ponto de vista.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

independentes



um mapa que está para lá do turismo dito mais convencional
um mapa que vai de encontro às necessidades dos viajantes independentes
um mapa dos que procuram descobrir a cidade tal como ela é vivida pelos habitantes locais
um mapa que foi rabiscado em toalhas de mesa de papel e guardanapos
um mapa que indica aquilo que não devemos mesmo perder, sem papas na língua

um mapa de orientação de Braga, com referência a quase 100 locais de interesse (entre monumentos, restaurantes, lojas, bares, espaços culturais), um pequeno almanaque – secção dedicada aos costumes locais – uma breve história da cidade, entre outras secções.

um mapa use-it, que surge pela mão da Calote Esférica – a mesma equipa que produziu o use-it Porto e o use-it Guimarães – financiado pela Fundação Bracara Augusta e desenvolvido no âmbito de Braga 2012: Capital Europeia da Juventude.

um mapa que vai ser apresentado esta noite na Black Box do GNRation (21h30, entrada livre) e que tem como convidado de honra o geógrafo Miguel Bandeira, que nos contará um pouco da história da cartografia da cidade de Braga.

Publicação em destaque

as fontes discretas

já no distante ano de 2009, Maria do Carmo Serén publicou um artigo sobre a minha tese de mestrado, a que chamou de " as fontes discre...