sábado, 20 de julho de 2013

Barnardo's photographic archive


Ao longo dos próximos meses, o arquivo Barnardo vai ser digitalizado em Manchester. Devido a questões de espaço na Barnardo, a organização planeia destruir as imagens originais, a menos que um arquivo ou museu queira resgatar estes documentos históricos. 

Um dos mais antigos arquivos dedicados à fotografia, o arquivo fotográfico da instituição Barnardo, actualmente alojado em Barkingside, East London, está sob ameaça de ser destruído após ser digitalizado.
A importância destas belas imagens - não só para a história da fotografia, mas para o estudo das práticas de arquivamento e para a história social britânica - não pode ser menosprezada. É imperativo que a sua importância material seja mantida e que não se torne em mais um arquivo composto unicamente por um punhado de zeros e uns.
[Há certas determinações sobre o uso público de imagens de crianças ao cuidado da instituição e as imagens seriam sujeitas a uma regra de privacidade cem anos, mas ainda assim estariam acessíveis para o trabalho privado e / ou académico.]

Se souber de uma instituição, arquivo, museu, associação ou alguém disposto a ajudar a salvar este arquivo de grande relevância histórica por favor contacte o arquivista martine.king@barnardos.org.uk
[O material está arquivado em prateleiras de cerca de 15 metros de comprimento que guardam caixas de arquivo de cerca de 8 cm de profundidade e cerca de 20 cm de altura]


(este artigo é uma tradução livre deste de Michael Pritchard)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

scar

anúncio de exibição do filme Scarface no Teatro Circo.
 Correio do Minho, 1932.

a maior produção cinematográfica americana de então passou no teatro circo de braga em fevereiro de 1932: scarface, de Howard Hawks.

toni mata, a mando do joni, o grande luís, leading crime boss da parte sul de Chicago.
joni e toni controlam a zona e vendem cerveja em bares ilegais. joni adverte toni para que não se meta com as gangues irlandesas que controlam a parte norte de Chicago.
enfim, avisos, poder, namoradas, norte e sul à disputa com pelo menos dois happy endings, à mistura com gangues, gangsters e bas-fond que inspiraram o filme homónimo de Brian de Palma, de 1983.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

a luz conta

still de Light is Calling [Bill Morrison, 2004]
começou hoje na 21.ª edição do curtas a retrospectiva do realizador americano Bill Morrison (1965), cujo texto de apresentação nos tinha deixado com a pulga atrás da orelha.
ficamos fãs.





quarta-feira, 3 de julho de 2013

esticar a cidade





de quinta a sábado decorre na Universidade do Minho uma conferência internacional que juntará investigadores de vários continentes, bloguistas, escritores e organizações da sociedade civil em torno das interfaces da lusofonia [resumos das comunicações, AQUI]


integrado neste seminário decorre um programa cultural a que se chamou um pé na língua, que inclui quarta-feira, dia 3 de julho, uma visita à cidade de Braga a partir do mapa use-it.

os autores do texto do use-it Braga irão por um pé na cidade, a partir da Arcada, às 15h, um pouco mais ou menos.








terça-feira, 2 de julho de 2013

contos de prata

para a clementina
(bem-vinda!)

saiu o primeiro conto de prata das fotografias do avesso da Clementina. vamos ficar atentas (sem cochilar) para aprender a revelar e a sorrir com esta rapariga que promete contar acerca de toda a prata de que são feitas as fotografias. a rapariga é da prata da casa e acreditamos no seu (belo) sorriso.







"Era uma vez um Sr. Viseu sorridente, um Sr. Viseu com vida e ar de bem disposto – coisa rara nos dias que correm, ares pouco ou nunca demonstrados, o que talvez se deva ao peso da ingratidão da vida; ou simplesmente foi um hábito que se perdeu – sorrir faz parte de uma aprendizagem, mas não é como andar de bicicleta – esquece-se o rir quando ficamos muito tempo sem o praticar. Temos a Sra. Viseu airosa – não sei se alguma vez desaprendeu a rir, mas sei que a vida foi-lhe ingrata. Por último temos a Sra. Veiga, mãe da Sra. Viseu – pouco ou nada lhe sei. Sorri. "
Inês Viseu

quarta-feira, 26 de junho de 2013

museus












1. Os museus preservam, interpretam e promovem o património natural e cultural da humanidade;

2. Os museus mantêm acervos em benefício da sociedade e do seu desenvolvimento;

3. Os museus conservam testemunhos primários para construir e aprofundar conhecimentos;

4. Os museus criam condições para fruição, compreensão e a promoção do património natural e cultural

5. Os recursos dos museus possibilitam a prestação de outros serviços de interesse público;

6. Os museus trabalham em estreita cooperação com as comunidades de onde provêm seus acervos, assim como com aquelas às quais servem;

7. Os museus funcionam de acordo com a legislação;

8. Os museus actuam com profissionalismo.


O documento principal do ICOM é o Código Deontológico para Museus, que estabelece normas mínimas para a prática profissional e actuação dos museus e seu pessoal. Ao aderir à organização, os membros do ICOM adoptam as provisões deste Código.
Comité Nacional Português do ICOM

sábado, 22 de junho de 2013

no mapa







Não podia estar mais feliz por ver impresso o mapa Use-It Braga, por ter colaborado na sua realização (com uma equipa de luxo) e por vê-lo nas mãos do público, ontem, no seu lançamento, na capela do GNRation, a inaugurar um programa que promete. Ou melhor, até podia, mas isso são outras histórias que não interessam para o caso.
O que interessa mesmo é que se registe o passo que foi ontem dado, que se celebre a entrada de mais um mapa para a história da cartografia da cidade - que a recoloca no mapa - e que se diga que a lição de Miguel Bandeira foi a cereja no topo do bolo.
O geógrafo investigador e docente da Universidade do Minho abrilhantou a noite mostrando, para além de um pouco da história da cartografia da cidade de Braga (e suas principais urbi-visões), uma série de representações iconográficas da cidade (a partir do bilhete postal ilustrado).
Do que mais gostamos? Das linhas vermelhas que representam os cones de visão e que ilustram os pontos de vista utilizados pelo fotógrafo ou desenhador para fazer o registo gráfico das imagens (o ponto da tomada de vista). Tal como tudo, ou quase tudo na vida, é tudo uma questão de ponto de vista.

Publicação em destaque

as fontes discretas

já no distante ano de 2009, Maria do Carmo Serén publicou um artigo sobre a minha tese de mestrado, a que chamou de " as fontes discre...