terça-feira, 29 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
segunda-feira, 21 de março de 2016
Portugal da Saudade
Segundo esta cronologia a 6 de abril de 1933: inaugurou o estúdio da Tobis Portuguesa; e Joaquim dos Santos Lima produziu em Braga, e submeteu à Censura, o documentário Portugal da Saudade, inspirado pela “vinda da Rainha da Colónia Portuguesa no Brasil, Leopoldina Belo”. Meio ano depois, foi o filme aprovado pela Comissão de Censura Cinematográfica do Brasil.
quinta-feira, 17 de março de 2016
Braga 0 - Mangualde 1
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| Cinema S. Geraldo. Braga, 1950. |
No ano de 1950 inauguraram dois cinemas em Portugal, que ainda hoje existem: um em Mangualde (Abril), outro em Braga (Junho). O primeiro foi construído de raiz, o segundo foi adaptado de uma sala de espectáculos do início do século XX, o Salão Recreativo Bracarense.
Ambos abandonados desde a década de 80/90, foi para ambos realizada proposta de projecto de reconversão do edifício em equipamento hoteleiro (a de Mangualde, estudo de dissertação de mestrado). Felizmente para Mangualde, em virtude do empenho da Câmara, o equipamento vai ser alvo de obras de requalificação (através do PEDU [Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano, de fundos comunitários]) para servir a sua função original. O presidente da Cãmara de Mangualde disse ao Público:
"Esperamos devolver a Mangualde este edifício histórico que merece estar aberto". O ministro da Cultura, disse: “São exemplos como este, que a Câmara de Mangualde nos dá, que têm de ser seguidos um pouco por todo o país. É nesta lógica que, apesar da escassez de recursos orçamentais que o Ministério da Cultura passa, queremos articular o nosso trabalho com as autarquias e a Câmara de Mangualde é um parceiro do Ministério da Cultura, numa obra que tem justamente a ver com a estratégia que procuramos seguir ao longo do país e deve ser dada como exemplo a muitas outras regiões do país”.
É claro que a reabilitação envolve a reunião de esforços. O esforço conjunto da Arquidiocese de Braga, das associações locais, dos bracarenses e da Câmara Municipal, empenhadas em devolver à cidade este edifício, com a dignidade de outrora. Vamo-nos esforçar?
"Para fazer a história desta sala de espetáculos de Braga é importante reunir testemunhos. Que filmes viu? A que espetáculos assistiu? Que outras memórias guarda do Cinema S. Geraldo ou até do Salão Recreativo Bracarense? Colabore na construção da história da nossa cidade através do link abaixo! E partilhe!"
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
a vida ephemera das rosas de Malherbe
| Ad Sidera, 1916. |
até ao céu, até às estrelas, para as estrelas
"Teve rigorosamente a vida ephemera das rosas de Malherbe – l’espace d’un matin"
"Teve rigorosamente a vida ephemera das rosas de Malherbe – l’espace d’un matin"
Não é uma espécie de rosa. É a rosa do poema de François de Malherbe, que o escreveu para um amigo que perdera a filha:
"Mais elle était du monde,
où les plus belles choses
Ont le pire destin
Et rose elle a vécu
ce que vivent les roses,
L'espace d'un matin"
où les plus belles choses
Ont le pire destin
Et rose elle a vécu
ce que vivent les roses,
L'espace d'un matin"
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Anna [Children] Atkins
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| Anna Atkins |
Anna Atkins usou o cianótipo [cyanotype] para registar todas as espécies de algas encontradas nas British Isles. A primeira parte do seu trabalho, British Algae: Cyanotype Impressions, começou a ser realizada em 1843, e culminou com a publicação de um álbum intitulado Cyanotypes of British and Foreign Flowering Plants and Ferns, nos anos 50 do século XIX. O projecto é, para além do mais, um esforço seu para provar que a fotografia podia ser útil à ciência, para além de ser esteticamente bela.
Anna Atkins: This is why British scientist who produced first photographic book has been given a Google Doodle [A look at the British scientist whose use of cyanotypes in botanical books was a first for scientific publishing, and for photography]
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Ferns, cyanotype by Anna Atkins, 1840s; in the collection of the National Gallery of Art, Washington, D.C.
Courtesy National Gallery of Art, Washington, D.C.; R.K Mellon Family Foundation 2007.15.1
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Your Highness The PhotoBook
Os livros fotográficos são quase tão antigos como a própria fotografia. Henry Fox Talbot, um dos inventores, foi também o autor de um dos primeiros livros a incluir fotografias, The Pencil of Nature (1844), a par de Anna Atkins.
E se hoje é na página impressa que conhecemos o trabalho dos fotógrafos, tem sido reduzida a importância dada ao livro de fotografia. Contudo, desde há uns anos para cá, aumentou o interesse pelos livros de fotografia, livros com fotografias, livros fotográficos – ou no que se tornou cada vez mais, e reverentemente conhecido, como fotolivro. Confesso que não gosto da palavra e que ainda hei-de conseguir uma melhor tradução para português de PhotoBook, short for Photography Book.
Hoje, em 2016, acontece o 8.º Festival Fotobook, consagrado aos melhores livros impressos.
Em 2014 foi criado o PhotoBookMuseum, projecto que presta homenagem a esta "forma central de expressão na fotografia". Aqui fica um excerto do conteúdo produzido para o explicar:
A paradigm shift in photography
Since the turn of the millennium, the
photobook has rapidly become the central form of expression in photography.
Thanks to digital technology, more photobooks have likely been published in the
past ten years than in the previous 170.
... A new generation of photographers, curators, historians, collectors and publishers see the photobook as a type of visual Esperanto...
... A new generation of photographers, curators, historians, collectors and publishers see the photobook as a type of visual Esperanto...
A photography festival without a section on
photobooks has become inconceivable.
... Although photographic collections have for decades been an integral part of museum holdings, there is to date no museum dedicated exclusively to the photobook. The PhotoBookMuseum will change this.
... Although photographic collections have for decades been an integral part of museum holdings, there is to date no museum dedicated exclusively to the photobook. The PhotoBookMuseum will change this.
A museum for the 21st century
The mission of the museum will be to promote
the photobook as an independent artistic medium. The PhotoBookMuseum is
intended to be a vibrant public space that educates a broad audience about
the form, content and function of photobooks. Its motto could be this: away
with showcases...
The photobook as a mobile exhibition
Photobooks can be complex things. They are
more than just books of pictures. They make an artistic statement.... Once a photobook has been printed, its
composition cannot be changed. An exhibition, on the other hand, can be
modified any number of times: after the opening, for example, or when it is
moved to a different site. Curators value this flexibility. Artists often
don’t. For them, the photobook is a guarantee that their artistic statement
will remain unchanged, wherever and whenever their book is read. In addition,
it is simpler and less expensive by far for a compact photobook to travel than
it is for a complete exhibition. Seen in this manner, the photobook is itself a
mobile exhibition.
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Em Novembro de 2015 o Museu editou o seu primeiro Livro:
Yaakov Israel. Legitimacy of Landscape. The PhotoBookMuseum.
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