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Senhor da Pedra

  cinemateca digital São desconhecidas as origens da Romaria do Senhor da Pedra (Domingo da Santíssima Trindade). Dura três dias, culmina com uma procissão, e é uma das romarias mais cantadas de Portugal. Portugal, 1912 |  Género: documentário |  Duração: 00:03:10, 16 fps |  Formato: 35 mm, PB, sem som

As festas ao S. João

Ornamentações no Parque da Ponte, Mira Neves, 1913. Depois do Circuito do Minho, a reportagem bracarense que se segue - ainda no número inaugural da Ilustração Católica (5 jul. 1913) - diz respeito ao S. João. Na última página da revista publicam-se duas fotografias sob o título “Festas a S. João em Braga”: a primeira, da capela do santo precursor “onde se realizaram as solemnidades religiosas”; a segunda um “aspecto das illuminações e ornamentações na avenida do Parque da Ponte que vae dar á capella de S. João”. São ambas identificadas como sendo clichés da propriedade da Ilustração Católica, mesmo que a segunda tenha o carimbo do fotógrafo Mira Neves. Não se revelando o brilhantismo que as festas bracarenses desde sempre tiveram, estes clichés despidos de gente, não deixam contudo de ser evidência da importância que as festas ao S. João têm para a cidade. Duas imagens “soltas” apresentam ainda a capela e as pontes de S. João da Ponte, acompanhadas de legenda explicat...

horário

Echos do Minho, ano 5, n.º 754 (14 Ago. 1915), p. 2. A partir do verão de 1915, as barbearias e cabeleireiros de Braga tinham estabelecimento aberto desde as oito horas da manhã até às oito horas da noite, com descanso de duas horas para o almoço, que seria entre o meio-dia e as duas da tarde. Exceptuavam-se as quartas-feiras e sábados, em que fechavam apenas às dez horas da noite. Abertos aos domingos  de manhã, folgavam apenas ao domingo à tarde e à segunda de manhã. © All rights reserved by Catarina Miranda Basso