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Mensagens

Casa Pelicano

Casa Pelicano, 1940. Em 2005, Maria Teresa Pelicano doou o espólio do estúdio de seu pai, a Casa Pelicano, ao Museu da Imagem da cidade de Braga. A Pelicano ficava ao largo Barão de S. Martinho, ao lado da Brasileira. Para além do serviço próprio de um estúdio fotográfico profissional, a Pelicano vendia material para a fotografia e revelava e ampliava as experiências dos amadores. Na Casa Pelicano trabalhou o fotógrafo Arcelino .

amores

Terras de Portugal, 1963.

Piano, piano, si va lontano...

Convertidas, Novembro 2012. Por mais do que uma vez nos referimos aqui a uma antiga tendência da cidade de Braga em desprezar o passado e o que resta dele , assim como às obras de requalificação urbana que estão a ser realizadas na cidade . Hoje, a propósito de mais um pertinente artigo publicado por Eduardo Pires de Oliveira no Diário do Minho, deixamos os conselhos da redacção do Comércio do Minho, de há 101 anos. Recomendava-se prudência na empreitada do progresso para a cidade , para o qual se devia “caminhar cautelosamente, com a consciência segura de que cada passo a dar é o melhor, e não cegamente ou sob a obsessão de uma ideia incompletamente amadurecida”. O grandioso casarão (obra de Marques da Silva que devia servir as repartições públicas) via-se condenado pela impropriedade do local, o edifício para Theatro Circo, em construção na cerca dos Remédios era mal visto por alguns; o edifício da cadeia, incompleto, aborrecia a outros, que o não queriam ali: ...

cantigas ao São João

cantigas de amor de 1930 para os meus dois amores para ti e para ti

viver bem

Andar, dormir, trabalhar, comer, beber, falar, escrever, fazer, contar, estimar... e fumar! Diário do Minho, 1927.

SMS na revista de Guimarães

 sede da SMS A Sociedade Martins Sarmento disponibiliza na rede uma série de artigos em pdf  sobre a SMS  que foram publicados na Revista de Guimarães - uma das mais antigas e prestigiadas publicações periódicas  portuguesas  de carácter científico, que se publica desde 1884.

ruge-ruge

ruge- ruge in  exposição de instrumentos tradicionais portugueses Noite cerrada, saía da igreja da Misericórdia a procissão das Endoenças. Pouco a pouco, apagadas todas as luzes no interior das casas, as varandas e as janelas iam-se enchendo de figuras escoadas a medo na tinta da noite. Mas já ao longe se ouvia um estranho vozear de multidão e incertos fogachos de lumieiras se agitavam, sinistros, na treva espessa: era a ronda dos fogaréus – temido bando popular, precedendo a procissão, que tinha a essa hora de severas contas o inaudito direito de acusar uma cidade inteira... Por isso as almas, as mais lavadas, estremeciam ao sentir aproximar-se esse Bando do Pavor, permitido pelo alto clero com o fim de, à falta de denúncias à inquisição, ser ele, uma vez no ano, o pelourinho andante das mais escondidas vergonhas. Passado o bando e extinto ao longe o último sussurro da turba atroadora, a contrastar com essa algazarra, aparecia, solene e fúnebre, a silen...