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Mensagens

o destino

  1923, 14 de fevereiro - Salão Central estreia O DESTINO (1922) de Georges Pallu, para a Invicta Film . "A partir dum texto do jornalista e crítico teatral portuense Ernesto de Meneses, sobre nostálgicas afeições no ambiente cosmopolita e preconceituoso de Sintra, o entrecho de O Destino foi expressamente concebido para a actriz Palmira Bastos, que assim ensaiava uma ambiciosa mas solitária intervenção perante as câmaras. A estreia foi privilegiada para Lisboa, em exclusivo, mantendo-se durante várias semanas, a ponto de constituir o maior sucesso do nosso cinema mudo, em tempo de cartaz". Passou em Braga em Dezembro de 1923. [info] http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/3085/O+Destino http://cvc.instituto-camoes.pt/cinema/mudos/mud022.html https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Destino O Destino (1922) Produção: 1922 Drama   Realização:  ·  Georges Pallu Argumento:  ·  Ernesto de Meneses Viajando de automóvel para Sintra, uma m...

há coisas novas em Portugal

Um aspecto da concentração da Juventude Operária Católica [JOC] na Avenida Central, Braga, 21 de Junho de 1936. "Afirmação altiva da fé católica [...] demonstração clara e indesmentivel de que novos tempos surgiram para a Igreja e para a Nação". "Há coisas novas em Portugal", terá dito, em Braga, Salazar, em frente à mocidade portuguesa. "Há coisas novas em Portugal", sim, "coisas que só se verificam em Braga", terá dito Manuel Araújo: em 1934 a festa do 1.º de Maio; em 1936 o aniversário da Revolução Nacional; em junho de 1936 - a parada da Juventude Católica.

a paixão em 1918

Correio do Minho, n.º 9955 (29 mar. 2016), 35.

estado novo em BRG

Correios, Escola, Banco  (contributo do governo de Salazar para as obras públicas de Braga, propaganda a propósito do ano X da Revolução Nacional) maio, 1936

Portugal da Saudade

  Diário Oficial da União (19 out. 1933), 20172. Segundo esta cronologia a 6 de abril de 1933: inaugurou o estúdio da Tobis Portuguesa; e Joaquim dos Santos Lima produziu em Braga, e submeteu à Censura, o documentário Portugal da Saudade, inspirado pela “vinda da Rainha da Colónia Portuguesa no Brasil, Leopoldina Belo”. Meio ano depois, foi o filme aprovado pela Comissão de Censura Cinematográfica do Brasil.

Braga 0 - Mangualde 1

Cinema S. Geraldo. Braga, 1950. No ano de 1950 inauguraram dois cinemas em Portugal, que ainda hoje existem: um em Mangualde (Abril), outro em Braga (Junho). O primeiro foi construído de raiz, o segundo foi adaptado de uma sala de espectáculos do início do século XX, o Salão Recreativo Bracarense. Ambos abandonados desde a década de 80/90, foi para ambos realizada proposta de projecto de reconversão do edifício em equipamento hoteleiro (a de Mangualde, estudo de dissertação de mestrado). Felizmente para Mangualde, em virtude do empenho da Câmara, o equipamento vai ser alvo de obras de requalificação (através do PEDU [Planos Estratégicos de Desenvolvimento Urbano, de fundos comunitários]) para servir a sua função original. O presidente da Cãmara de Mangualde disse ao Público : "Esperamos devolver a Mangualde este edifício histórico que merece estar aberto". O ministro da Cultura, disse: “São exemplos como este, que a Câmara de Mangualde nos dá, que têm d...

a vida ephemera das rosas de Malherbe

Ad Sidera, 1916. até ao céu, até às estrelas, para as estrelas " Teve rigorosamente a vida ephemera das rosas de Malherbe – l’espace d’un matin " Não é uma espécie de rosa. É a rosa do poema de François de Malherbe, que o escreveu para um amigo que perdera a filha: "Mais elle était du monde, où les plus belles choses Ont le pire destin Et rose elle a vécu ce que vivent les roses, L'espace d'un matin"