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Mensagens

grão de mostarda

[grão de mostarda: a propósito do Colégio da Regeneração de Braga] Colégio da Regeneração, Braga, início do século XX. Ilustração Católica, 1915. “O reino dos céos é similhante ao grão de mostarda que, sendo a menor das sementes, vem a dar a maior das plantas hortenses, diz o Santo Evangelho. “Reino dos céos” toma-se muitas vezes pela “Egreja do tempo presente”, e de suas obras portanto”. Em 1869 era um “alfôbre numa casa de campo do arrabalde dos Areaes”; em 1915, o abrigo fundado pelo "Capellão do Carmo prosperou e medrou apesar dos maiores contratempos", até dar o Colégio da Regeneração...

Pensão Estrelinha

Casa Diu É oficial - a Casa Diu tornou-se pública. Depois de um anúncio apressado no Booking, antes de ter tudo direitinho como manda a Lei [que quase ditou a minha bancarrota e uma visita da ASAE], a Casa Diu, da estalajadeira Cochinilha, abre portas para receber hóspedes. Para já, para que fique conforme os requisitos de alojamento local, é alugado todo o apartamento e posteriormente - assim que tiver a placa identificativa de AL - poderão ser alugados quartos, independentemente...  Aviso aos estalajadeiros iniciantes: ler toda a documentação legal. Assim muito resumidamente, a fazer: 1. o ninho, com requisitos de segurança obrigatórios: extintor, manta corta-fogo e respectiva sinalética, livro de reclamações [não esquecer afixação de folha referindo a existência do mesmo, bem como outra com o n.º nacional de emergência: 112] 2. abrir actividade nas Finanças com o código 55201 - alojamento mobilidado para turistas; 3. comunicação prévia à Câmara Municipal. Oportunam...

EE Esaguy Espanca

ESAGUY, Augusto - Figuras do Passado: Florbela Espanca. Ilustração, ano XI, n.º 253 (1 jul. 1936), p. 21. ESAGUY, Augusto - Figuras do Passado: Florbela Espanca. Ilustração, ano XI, n.º 253 (1 jul. 1936), p. 21.

Lisboa de Outrora

capa de Lisboa de Outrora, 1938.   publicação póstuma das crónicas de João Pinto de Carvalho, TINOP, (1858-1936), coordenada por Luís Macedo e Gustavo Adriano de Matos Sequeira (1880 – 1962), escritor, dramaturgo, olisipógrafo... FONTES http://www.publico.pt/opiniao/jornal/matos-sequeira-um-dos-mais-notaveis-olisipografos-do-seculo-xx-25130098 https://toponimialisboa.wordpress.com/2016/04/05/a-rua-do-investigador-olisiponense-gustavo-de-matos-sequeira/ http://www.escritas.org/pt/estante/gustavo-de-matos-sequeira

Esta é a Cidade

O Porto © José Manuel Bacelar   Esta é a Cidade, e é bela. Pela ocular da janela foco o sémen da rua. Um formigueiro se agita, se esgueira, freme, crepita, ziguezagueia e flutua. Freme como a sede bebe numa avidez de garganta, como um cavalo se espanta ou como um ventre concebe. Treme e freme, freme e treme, friorento voo de libélula sobre o charco imundo e estreme. Barco de incógnito leme cada homem, cada célula. É como um tecido orgânico que não seca nem coagula, que a si mesmo se estimula e vai, num medido pânico. Aperfeiçoo a focagem. Olho imagem por imagem numa comoção crescente. Enchem-se-me os olhos de água. Tanto sonho! Tanta mágoa! Tanta coisa! Tanta gente! São automóveis, lambretas, motos, vespas, bicicletas, carros, carrinhos, carretas, e gente, sempre mais gente, gente, gente, gente, gente, num tumulto permanente que não cansa nem descança, um rio que no mar se lança em caudalosa corrente. Tanto sonho! Tanta esperança! Tanta mágoa! Tanta gente! António Gedeão [Ró...

a minha noite de núpcias

A Minha Noite de Núpcias (1931) A Minha Noite de Núpcias (1931) foi a versão portuguesa do americano "Her Wedding Night" de Frank Tuttle (1930), com Clara Bow e Ralph Forbes. Estreou em maio de 1931, ano d' "A Severa" de Leitão de Barros, o primeiro filme sonoro nacional. A versão portuguesa do filme foi dirigida por Alberto Cavalcanti e realizada por E. W. Emmo. Com Beatriz Costa e Leopoldo Fróes, entre muitos outros. scenas de A Minha Noite de Núpcias FONTES http://cvc.instituto-camoes.pt/cinema/cronologia/cro033.html http://www.carloscorreia.net/citi2/cultura/teatro/artistas/beatriz_costa/noite_nupcias.html http://cinemaportugues.com.pt/?tag=a-minha-noite-de-nupcias

Life is Good

from Life is Good and Good For You in New York, by William Klein William Klein trocou Nova Iorque por Paris depois da Segunda Guerra Mundial. Foi só depois de ter deixado a cidade que a conseguiu fotografar. Concebeu o trabalho para existir em forma de livro, que o próprio editou e desenhou - diz-se, não comprovei, não folheei. Encontrei por aqui e amei. [conta Colin Westerbeck que a "pior" fotografia do livro (a mais desfocada e least readable ) foi tirada num baile onde estava também Robert Franck, a fotografar para o seu livro, The Americans ] Life is Good and Good For You in New York: Trance Witness Revels (Paris: Editions du Seuil, 1956) by William Klein.