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(whenever blue teardrops are falling)

(uma cover quase tão boa como o original) Hot 8 Brass Band playing Sexual Healing (Marvin Gaye)  baby,  I'm hot just like an oven I need some lovin' And baby, I can't hold it much longer It's getting stronger and stronger And when I get that feeling I want sexual healing Sexual healing,  is good for me Makes me feel so fine Helps to relieve my mind Sexual healing baby, is good for me Sexual healing is something that's good for me Whenever blue teardrops are fallin' And my emotional stability is leaving me There is something  I can do I can get on the telephone  and  call you up baby honey  I know you'll be there to relieve me The love you give to me  will free me If you don't know the things you're dealing Ohh I can tell you, darling,  that it's sexual healing Get up, get up, get up, get up Let's make love tonight ...

breves

Correio do Minho, n.º 9709 (24 jul. 2015), p. 3. Correio do Minho, n.º 9709 (24 jul. 2015), p. 3.

O Theatro e a (re)organização urbana de Braga

Hoje, 24 de Julho (sexta-feira), pelas 15h Pequeno Auditório do Theatro Circo conferência integrada nas comemorações do  Centenário do Theatro  subordinada ao tema “O Theatro e a Cidade” com as seguintes intervenções: ·           Miguel Bandeira|O Theatro e a (re)organização urbana de Braga ·           Ana Maria Macedo| Sociedade Theatro Circo de Braga – os Fundadores ·           Albertino Gonçalves| A vitalidade cultural e a criatividade das cidades ·           Mário Caeiro| Reinventar a cidade através da arte

ser anjinho

SER ANJINHO Recolha de provas fotográficas de meninos e meninas que fizeram um dia parte da procissão de S. João.  Digitalização das provas e recolha de testemunhos, para documentação do Arquivo Aliança. local : Museu da Imagem Praça Conde S. Joaquim, 35 (ao Arco da Porta Nova) datas : 21 a 25 de julho de 2015 horário : 11 às 19h Correio do Minho, n.º 9706 (21 jul. 2015), p. 11.

anjinhos da procissão

Correio do Minho, n.º 9706 (21 jul. 2015), p. 11.

100 anos de teatro

21 de Julho (terça-feira), 18h inauguração da exposição “O Theatro e a Cidade”,  Salão Nobre 24 de Julho (sexta-feira), 15h conferência subordinada ao mesmo tema que conta com os contributos de Miguel Bandeira, Ana Maria Macedo, Albertino Gonçalves e Mário Caeiro, Pequeno Auditório.

rapariga do primeiro

A um segundo de estacionar o carro, depois de uma rua limpa, ele pergunta a um carro que sai, então, onde é que é. Uma voz masculina responde da torre que é no quarto andar, mas o do carro disse que era uma rapariga no primeiro. Então, como é que é, pergunta, titubeante, com uma súbita mudança de tom de voz. Mais máscula, mais forte, mais pronúncia do Norte. E o passo apressa. É a rapariga do primeiro. Anda, segue-me. Não ouve a conversa. O coração bate forte. Uma mão estendida para o tio. E gente à volta. Toma lá. Dá cá. Caneco, não há caneco. Ninguém tem um caneco por aí? Arranja-se já! E a moça, não quer? Não, obrigada. Uma simpatia de corpo que quase não é corpo, nem de homem, de mulher. Unhas pintadas de vermelho, pernas palito, pés inchados que arrastam o chinelo. Cabelos compridos. Resto de cara de... mulher? Então tio, é da boa, pergunta a rapariga do primeiro andar que subiu e desceu as escadas e que se pôs a espreitar para baixo. Não há cinza? Pera lá, vou acender um cigar...