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A mostrar mensagens com a etiqueta Theatro S. Geraldo

Júlia represente!

A Júlia Mendes. in Paixão, Mucio da - Espírito alheio: episodios e anecdotas de gente de theatro. São Paulo: C. Teixeira & C.ª, 1916. "Júlia Mendes foi uma rapariga talentosa que atravessou a scena portugueza com o brilho fugaz de um meteoro. Contam-se dela cousas espantosas, mas basta apenas uma referencia para se ver quanto era original a trefega rapariga. Uma vez, em Braga, á hora do espectáculo no Theatro S. Geraldo, Júlia Mendes entendeu que não devia representar. Interveio a policia e a actriz foi parar á presença da autoridade. De volta a Lisboa Júlia Mendes foi para logo assediada pelos repórters que desejam entrevistal-a. A um jornalista d' O Imparcial, disse ella: — O Galhardo perguntou-me aqui ha tempos se eu queria ir ao Brasil. Respondi-lhe logo: conforme “as condições”. — E quanto queres ganhar? — Um conto e oitocentos, passagens pagas e um beneficio. — Isso não ganha a Eéjane, disse o Galhardo, dou-te um conto de réis. — Não acceito, respon...

a Morgada de Romariz

Castelo Branco, Camilo - A Morgada de Romariz. Lisboa: Livraria Editora de Matos Moreira, 1876. "Vi esta morgada, ha tres annos, em Braga, no theatro de S. Geraldo. Estava em scena Santo Antonio, o thaumaturgo". Camilo viu Felizarda, a morgadinha de Romariz, cerca de 1873, em Braga, no theatro de S. Geraldo. Estava em cena «Santo António», de José Maria Brás Martins. "Felizarda apenas conhecia na arte dramática o «Santo Antonio» de Braz Martins, e a «Degolação dos innocentes» por onde entrou na vida infame de Herodes". Quando os viu, em Braga, no theatro de S. Geraldo, estavam casados havia já vinte e cinco anos. "As noites de dezembro aligeiravam-se em Romariz a dormir. Ceavam e digeriam serenamente. Ao pé de um bom estomago coexistiu sempre uma boa alma. Acordavam alegres, para continuar as funcções animaes. Viviam para credito da physiologia: eram duas pessoas que se adoravam e faziam reciprocamente o seu chylo em u...

nos Remédios [29]

MIRANDA, Catarina - Nos Remédios [29]. Correio do Minho, n.º 9530 (24 jan. 2015), p. 30.

no theatro circo [14]

A 14.ª crónica urbana devia ter sido publicada há uma semana atrás, para coincidir com o 99.º aniversário do Theatro Circo de Braga.  Fazia mais sentido há uma semana atrás.  Pré-anunciava-se o aniversário, publicitava-se a programação especial que foi pensada para o celebrar e ... contava-se um pouco da sua história.  Mas há uma semana era sábado santo e o Correio do Minho não trabalhou na sexta-feira santa. Era para ser na semana passada, mas não foi. Há uma semana veio a lume uma notícia que entristeceu a cidade. Uma semana depois já ninguém se lembra dela. Talvez, então, até faça sentido que apareça hoje esta crónica - para que não se esqueçam as questões importantes para a cidade. Para o ano o TC faz 100 anos e teremos, certamente, mais histórias do Theatro para contar. Do passado, e do presente. Aqui vai um pouco do que sabemos hoje. No Theatro Circo. Correio do Minho (26 abr. 2014), p. 30.

um retrato do quiosque #1

crónica urbana #1 Retrato do quiosque. Correio do Minho, n.º 9104 (16 nov. 2013), p. 18.

cynematographo