sábado, 25 de fevereiro de 2017

curriculum vitae


cur.rí.cu.lo

Ponto UM. Nome.
CATARINA MIRANDA Basso Marques.
[vulgar, nenhum apelido conhecido; Basso é giro, mas é só isso. Usei-o quando era fotógrafa em Macau, por alusão ao brilho/mate do papel fotográfico]

Ponto DOIS. Habilitações Académicas:
2000. Licenciatura em História, variante História da Arte. Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
[um clássico, uma Faculdade pública e reconhecida. Daqueles cursos que para pouco servem para além de fazer investigação/trabalhar em Museus]
2007. Mestrado em História da Arte. Classificação: Muito Bom. Instituição que conferiu o grau: Universidade do Porto. Faculdade: Faculdade de Letras. Título da tese: A retratística em Portugal e a introdução da daguerreotipia (1830-1845)
[tese que versa, entre outros assuntos relacionados com a fotografia, sobre a sua introdução em Portugal. Poderia intitular-se assim: os primórdios da fotografia em Portugal: do retratista ao daguerreotipista. Interessante. Ou não. ]
 (em conclusão) Grau: Doutoramento. Instituição que confere o grau: Universidade do Minho; Faculdade: Instituto de Ciências Sociais – Departamento de História; Título da tese: Usos privados e públicos da fotografia na sociedade bracarense (1910-1945)
[perdoem-me mas não posso revelar conteúdos, ainda - só digo que o objecto central da tese é nada mais nada menos do que o Arquivo Aliança - em depósito no Museu da Imagem, estrutura criada de raiz para o albergar]

Ponto TRÊS. Especialização.
2011. Identificação de Processos Fotográficos, orientado por Luís Pavão. Porto: Centro Português de Fotografia, 27-29 Outubro 2011.
Recuperação de Colecções Fotográficas: Conservação e Restauro de Negativos em Vidro, orientado por Luís Pavão e Ana Coelho; Preservação de Coleções de Fotografia, orientado por Carina Fonseca e Joana Mota. Golegã: Biblioteca Municipal da Golegã, 23-26 Novembro 2011.
2004. História da Fotografia, orientado por José Pessoa. Porto: Museu Nacional de Soares dos Reis.
Cenários da Fotografia Contemporânea, orientado por Allejandre Castellote Piñuela. Porto: Centro Português de Fotografia.
2002. Matriz, programa de informático de inventariação de património cultural e artístico. Lisboa: Banco Comercial Português.
Introdução às técnicas de conservação e restauro das fotografias, orientado por Inês Gil. Lisboa: Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas.
2001. História da Fotografia em Portugal, orientado por Lúcia Marques. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
Iniciação ao Vídeo, sob orientação de Saguenail, no âmbito do Projecto Alternativas Urbanas. Braga: Teatro Circo de Braga.
2000. Curso de Especialização em Conservação e Gestão do Património Construído. Lisboa: Instituto Português do Património Arquitectónico.
Grandes Tendências da Fotografia: História da Imagem Fotográfica, sob a orientação de Maria do Carmo Serém. Porto: Centro Português de Fotografia.
1997. I Curso de Arte Cinematográfica. Porto: Cineclube do Porto.
Workshop de técnicas de impressão orientado por Guilhaume Geneste. Coimbra: Encontros de Fotografia.
1995. Curso livre de fotografia orientado por Francisco Vidinha. Porto: Cooperativa Artística Árvore.
1993-1991. Curso de fotografia orientado por Mica Costa Grande. Macau: Academia das Artes Visuais de Macau.

[Ai credo, que percurso chato, fotografia, fotografia, fotografia ! ]

Ponto QUATRO. Experiência profissional.
2016. Apoio à investigação para a Mostra Documental: Auto para S. João Baptista, exposição realizada em torno do Auto de S. João de Gustavo de Matos Sequeira e da sua representação, em 2016, pela Confederação. Braga: Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga, Junho-Julho 2016.
2015. Curadora da exposição “Anjinhos da procissão: o São João na Photographia Alliança”, que reúne retratos de anjinhos da procissão de São João realizados pela Fotografia Aliança na primeira década do século XX. Braga: Museu da Imagem, junho-agosto 2015.
2015-2013. Autora das rubricas “Alliança Amorosa” e “Crónica Urbana”, jornal Correio do Minho, com base em fotografias do Arquivo Aliança [Museu da Imagem].
2014-2010. Bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia no âmbito de investigação com obtenção do grau de Doutor, na Universidade do Minho.
2014. Curadora da exposição “Braga na Guerra – memória visual da 1.ª guerra a partir do Arquivo Aliança”. Braga, Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Outubro-Novembro 2014.
2012. Curadora (com Aline Soares Lima) da exposição “O Tempo da Imagem”, realizada com base em negativos de vidro deteriorados provenientes do Arquivo Aliança em depósito no Museu da Imagem. Braga, Velha-a-Branca Estaleiro Cultural, Dezembro 2012 – Março 2013. Autora da coluna “Alliança xyz”, jornal Correio do Minho, no âmbito de Braga, Capital Europeia da Juventude.
2011. Autora da coluna  “Alliança esseene”,  jornal Correio do Minho, com imagens do Arquivo Aliança [Museu da Imagem].
2009. Autora da coluna “Alliança Pixit”, jornal Correio do Minho. Pensada para comemorar o 10.º aniversário do Museu da Imagem, apresenta fotografias do Arquivo Aliança representando a cidade de Braga, acompanhadas de contextualização histórica.
Assistente de Produção da XIX edição do Festival Internacional de Fotografia Encontros da Imagem. AFCA, Associação de Fotografia e Cinema Amador de Braga.
2008-2007. Docente da Disciplina de Retrato, Curso Superior de Artes Visuais: Fotografia. Porto: Escola Superior Artística do Porto.
2007-2006. Docente da Disciplina de História da Fotografia Portuguesa, Curso Superior de Artes Visuais: Fotografia. Porto: Escola Superior Artística do Porto.
2004. Assistente de Produção da XVII edição do Festival Internacional de Fotografia Encontros da Imagem. AFCA: Associação de Fotografia e Cinema Amador de Braga.
2003. Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito de investigação com obtenção de grau de Mestrado.
2002. Assistente de Produção da XVI edição do Festival Internacional de Fotografia Encontros da Imagem. AFCA: Associação de Fotografia e Cinema Amador de Braga. Comissária de ciclo de vídeo e de conferências – As grandes tendências da fotografia contemporânea – no âmbito dos XVI Encontros da Imagem de Braga.
2001. Estágio Profissional no Museu da Imagem. Braga: Museu da Imagem, Câmara Municipal de Braga.
1994-1992. Fotógrafa nos jornais Comércio de Macau, Ponto Final e a revista Face. Macau.

Ponto CINCO. Publicações.
A Retratística em Portugal e a Introdução da Daguerreotipia (1830-1845). Dissertação de Mestrado em História da Arte, Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Porto: [s.n.], 2006.
Anjinhos da procissão: o São João na Photographia Alliança | [org.] Associação de Festas de São João; texto de Catarina Miranda. Braga: Museu da Imagem, 2015.
Arquivo Aliança: retratos no feminino / [org.] Museu da Imagem – Câmara Municipal de Braga; texto Catarina Miranda Basso. Braga: M.I./C.M.B., 2003.
Marcas de Luz | [org.] Casa das Artes/Archivo fotográfico Pacheco; textos de Catarina Miranda, Rui Prata. Vigo: Casa das Artes, 2006.
Miguel Meira: um olhar só, vá lá, cheguem-se aqui | [org.] Museu da Imagem, Câmara Municipal de Braga; textos de Catarina Miranda, Sofia Saldanha. Braga: Museu da Imagem, 2004.
O tempo da imagem: uma exposição improvável | [org.] Velha-a-Branca, Estaleiro Cultural; textos de Aline Soares Lima, Catarina Miranda Basso. Braga: Velha-a-Branca, 2013.
Retratos de Família in Retratos de Família. Braga, Museu da Imagem/C.M.B., 2009.
Um mundo de sonhos: fotografias do Arquivo Aliança / [org.] Museu da Imagem, Câmara Municipal de Braga; textos de Catarina Miranda, Claire Marquis, Rui Prata. Braga: M.I.|C.M.B., 2001.

Ponto SEIS. Comunicações em Encontros Científicos.
2014. Fotografia & História – estudo do Arquivo Aliança. In Workshop Fotografia, Investigação, Arquivo. Lisboa: Museu Nacional do Teatro, Maio 2014.
2013. O retrato depois da morte: fotografias de anjinhos no Arquivo Aliança (1910-1950). In Seminário Internacional Sociabilidades na Vida e na Morte. Braga, ICS/Universidade Minho, Outubro 2013.
Mapear Cidades – o espaço urbano bracarense a partir do Arquivo Aliança, in Seminário Geografia, Cinema e Cultura Visual. Braga, ICS/Dpt. Geografia/ Universidade do Minho, maio 2013.
2012. Metamorfoses visuais: o tempo no retrato fotográfico, in Os Tempos sociais e o Mundo contemporâneo um debate para as ciências sociais e humanidade. Braga, ICS/Universidade Minho, Julho 2012.
A singularidade da Illustração Catholica no âmbito da imprensa religiosa bracarense (1913-1919), in Jornadas de estudo «Crença e dinâmicas sociais na época contemporânea», Lisboa, CEHR/Universidade Católica, Maio 2012.
2010. O poder da imagem na Illustração Catholica, in Seminário Cidadania, Religião e Comunidade: «Imprensa e espaço público no século XX em Portugal», Vila das Aves, Centro Cultural Vila das Aves, Outubro 2010.
2005. A partir do daguerreótipo: a ilustração na imprensa e primeiros usos da fotografia [1830-50], in I Congresso Internacional de História: “Territórios, culturas e poderes”. Braga, ICS/Universidade do Minho, Dezembro 2005. 

Ponto SETE. Em andamento.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

c·a·r·r·e·a·d·a

partida da carreada para o Sameiro. Campo Conde Agrolongo, Braga, 1928.
“O Sameiro e os Camponeses”, Francisco Veloso. Ilustração Católica, 1928.
A oriente da cidade bracarense, na mais alta elevação de uma serrania doce, ergueu a devoção um monumento para comemorar a definição dogmática da Imaculada Conceição.
Sameiro, lugar consagrado pela devoção ao culto de Maria, local de grande piedade.
Depois do monumento, fundou-se uma capela e depois a construção de um templo.
Mercê das esmolas dos fiéis, que ali acorrem a prestar culto a Maria - ou vão em passeio espairecer aos pés da Virgem contemplando o horizonte dilatado - mercê dessas esmolas, vai o templo, a pouco e pouco, crescendo. Branca pedra da freguesia de Pedralva e madeiras da redondeza são transportados para o cume da montanha, dados à Virgem do Sameiro.
Bens materiais, labor do seu gado, trabalho de suas mão, trabalho santo.
É sempre de festa o dia da carreada, das mais belas peregrinações que até ali se fazem: com carros enfeitados, adornados de ramos e flores, guiados por moças garridas, que vão tirados por bois pachorrentos e chocalhantes, subindo costa acima. E vão entre cantos e risos e algum inocente bailado e folguedo.  Um alegre sacrifício, um louvor pratico, um tributo de amor.
[adaptado de “O Sameiro e os Camponeses”, de Francisco Veloso, especialmente para Luís Tarroso, em agradecimento pelo empréstimo das suas Ilustrações, que não tardam em voltar para casa]


carreada, de carrear
car·re·ar (carro + -ear)
verbo intransitivo
1. Guiar (animais postos ao carro).
verbo transitivo
2. Conduzir, levar em carro.

"carreada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013.




car·re·ar - Conjugar
(carro + -ear)

verbo intransitivo

1. Guiar (animais postos ao carro).

verbo transitivo

2. Conduzir, levar em carro.

"carreada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/carreada [consultado em 17-01-2017].


car·re·ar - Conjugar
(carro + -ear)

verbo intransitivo

1. Guiar (animais postos ao carro).

verbo transitivo

2. Conduzir, levar em carro.

"carreada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/carreada [consultado em 17-01-2017]
car·re·ar - Conjugar
(carro + -ear)

verbo intransitivo

1. Guiar (animais postos ao carro).

verbo transitivo

2. Conduzir, levar em carro.

"carreada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/carreada [consultado em 17-01-2017
car·re·ar - Conjugar
(carro + -ear)

verbo intransitivo

1. Guiar (animais postos ao carro).

verbo transitivo

2. Conduzir, levar em carro.

"carreada", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/carreada [consultado em 17-01-2017].

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Casa de Noé

Casa de Noé



Uma vez Deus disse a Noé: faz uma arca de madeira de cipreste com muitos quartos. Tu e a tua família e um casal de cada espécie de animais do mundo, vão aí entrar para se salvarem do grande Dilúvio.

A casa de Noé não é propriamente a Arca de Noé, mas é um apartamento muito acolhedor e confortável no centro da cidade, onde te vais sentir seguro - especialmente no inverno, quando Braga pode ser bastante chuvosa ;-)

A cochinilha gere agora também esta casinha linda, toca a partilhar, sim? Obrigada!

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sábado, 7 de janeiro de 2017

jogador chefe piloto

Liberdade Mário!

 © Mário Soares em campanha eleitoral, 1986. D.R. Visão

Quando estudava na universidade, dei muitas vezes por mim a pensar onde raio e a que fontes tinham ido alguns historiadores beber. Algumas vezes achei que era tudo inventado e um delírio. Aprendi que a história contemporânea - esse período que nunca mais acaba - ainda vai ser escrita. 
Não vou fazer história com o que escrevo aqui, mas quem sabe ajudarei os futuros historiadores a perceber parte, uma ínfima parte do momento de hoje, hoje, início de Janeiro de 2017, hoje, morte de Mário Soares. Porque estamos a viver um momento importante da história. Mário Soares morreu.

Perceber o que aqueles que viveram antes de nós deixaram escrito é quase sempre duvidar do que está por detrás das palavras. Historiadores do futuro, vou tentar ser clara.
Hoje, o que me apoquenta [e que reflecte uma das posturas da sociedade perante a morte de Soares] é que algumas pessoas não se inibiram de tecer comentários desrespeitosos acerca daquele que lhes permite hoje ter voz - voz, diga-se, felizmente e apenas, nas redes sociais. O que é isso? É um "sítio" a que chamam de "a nuvem" onde algumas pessoas expõem por escrito ou através de imagens ou vídeos os mais diversos assuntos, onde outras pessoas lêem o que as outras escrevem [publicam], onde todas as pessoas podem [através de alguns predicados] falar "instantaneamente" entre si [estando "online", ligadas a uma rede que lhes permite comunicar em tempo "real"], através de mensagens privadas. Bem, a este assunto voltarei, a seu tempo.

O que quero deixar escrito por aí é que estou triste, não apenas porque a morte é um momento de síntese [que nos relembra que não viveremos para sempre], mas porque deixou de existir um homem a quem devemos tanto - e me entristece que alguns não consigam ver para lá do pormenor e não reconhecer a sua enorme importância.

Uma das minhas poucas recordações do passado é do dia em que Mário Soares venceu as eleições, em 1986, teria eu dez anos de vida. A minha mãe a conduzir uma Diane [um carro igual ao da fotografia], a casa da Ermelinda (ou da Ângela?) nas Enguardas, a televisão, a expectativa do resultado final - e a alegria nas ruas que se viveu com a sua vitória. "Soares é fixe". E que fixe que foi toda aquela euforia! Muito provavelmente porque a minha mãe e os seus amigos ficaram contentes - e a minha avó Ana que era também admiradora de Soares - também eu adorei essa noite alegre e feliz. Alguém importante - de quem tantas pessoas gostavam e em quem tantas pessoas votaram - iria ser o Presidente de Portugal. Alguém fixe, que deixou toda a cidade de Braga em sorrisos abertos. Quando na escola aprendi sobre o 25 de Abril, já sabia as músicas do Zeca de cor, veio-me sempre à memória este episódio feliz.

Não podia deixar de prestar homenagem à memória de Mário Soares. É o mínimo que posso fazer neste momento que fecha o ciclo da sua vida.
Não sei o que terá sido viver o 25 de Abril, muito menos o antes. Nasci depois, quase a celebrar o dia, a 20 em Abril de 1975. Tenho quase a mesma idade da revolução e o Mário já cá andava há muito, a lutar, com grande coragem, por nós. Não sei o que seria a minha vida se o Mário não tivesse existido. Talvez nem tivesse sido concebida, nesse ido verão de 1974.
Obrigada Mário, gosto de ti!


[e para os historiadores do futuro, por onde começou este texto que nada disse, há felizmente o MEC, que disse quase tudo:

Mário Soares não levou nada com ele. Deixou tudo connosco. É essa a maior generosidade que uma pessoa pode ter: querer tudo para os outros e dedicar a vida a lutar por isso — e por nós.]

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Start up from macOS Recovery

I ran First Aid and got "First Aid found corruption that needs to be repaired. To repair the startup volume, run First Aid from Recovery."  

How can I do it?

1. hold down Command (⌘) + R immediately after turning on or restarting your Mac. Release when you see the Apple logo.

2. you will then see this box




3. choose DISK UTILITY and then FIRST AID.

4. restart & you are done!

note:
If you can't start up from macOS Recovery, try holding down Option-Command-R to start up from macOS Internet Recovery [need internet connection for this option]

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

grão de mostarda

[grão de mostarda: a propósito do Colégio da Regeneração de Braga]

Colégio da Regeneração, Braga, início do século XX.
Ilustração Católica, 1915.








“O reino dos céos é similhante ao grão de mostarda que, sendo a menor das sementes, vem a dar a maior das plantas hortenses, diz o Santo Evangelho. “Reino dos céos” toma-se muitas vezes pela “Egreja do tempo presente”, e de suas obras portanto”.



Em 1869 era um “alfôbre numa casa de campo do arrabalde dos Areaes”; em 1915, o abrigo fundado pelo "Capellão do Carmo prosperou e medrou apesar dos maiores contratempos", até dar o Colégio da Regeneração...

Publicação em destaque

as fontes discretas

já no distante ano de 2009, Maria do Carmo Serén publicou um artigo sobre a minha tese de mestrado, a que chamou de " as fontes discre...