Avançar para o conteúdo principal

The Photographer's Eye, 2



The Photographer's Eye, 2
the thing itself


The Photographer's Eye, 1 - introduction
The Photographer's Eye, 3 - the detail
The Photographer's Eye, 4 - the frame
The Photographer's Eye, 5 - time
The Photographer's Eye, 6 - vantage point
The Photographer's Eye, 7


The Thing Itself  [8]

The first thing that the photographer learned was that photography dealt with the actual; he had not only to accept this fact, but to treasure it; unless he did, photography would defeat him. He learned that the world itself is an artist of incomparable inventiveness, and that to recognize its best works and moments, to anticipate them, to clarify them and make them permanent, requires intelligence both acute and supple.

But he learned also that the factuality of his pictures, no matter how convincing and unarguable, was a different thing than the reality itself
Much of the reality was filtered out in the static little black and white image, and some of it was exhibited with an unnatural clarity, an exaggerated importance. 
The subject and the picture were not the same thing, although they would afterwards seem so. 
It was the photographer's problem to see not simply the reality before him but the still invisible picture, and to make his choices in terms of the latter.

This was an artistic problem, not a scientific one, but the public believed that the photograph could not lie, and it was easier for the photographer if he believed it too, or pretended to. 
Thus he was likely to claim that what our eyes saw was an illusion, and what the camera saw was the truth. Hawthorne's Holgrave, speaking of a difficult portrait subject said: 


"We give [heaven's broad and simple sunshine] credit only for depicting the merest surface, but it actually brings out the secret character with a truth that no painter would ever venture upon, even could he detect it… the remarkable point is that the original wears, to the world's eye… an exceedingly pleasant countenance, indicative of benevolence, openness of heart, sunny good humor, and other praiseworthy qualities of that cast. The sun, as you see, tells quite another story, and will not be coaxed out of it, after half a dozen patient attempts on my part. Here we have a man, sly, subtle, hard, imperious, and withal, cold as ice"5
In a sense Holgrave was right in giving more credence to the camera image than to his own eyes, for the image would survive the subject, and become the remembered reality
William M. Ivins, Jr. said 
"at any given moment the accepted report of an event is of greater importance than the event, for what we think about and act upon is the symbolic report and not the concrete event itself."6 
He also said:
"The nineteenth century began by believing that what was reasonable was true and it would end up by believing that what it saw a photograph of was true."7


5. Hawthorne, op. cit., p. 85.
6. William M. Ivins, Jr., Prints end Visual Communication.Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1953, p. 180.
7. Ibid., p. 94.
*
Baseado numa exposição de 1964, o livro The Photographer's Eye foi publicado em gravura em 1966 e reimpresso em 1980 e 2007.
J. Nevins publicou o conteúdo textual do catálogo publicado pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque, que transcrevemos aqui.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

tragédia da vida vulgar

alliança amorosa #8



* adaptado de "Tragédias da Vida Vulgar", de Wenceslau Flores, 1930.

curriculum vitae

cur.rí.cu.lo

Ponto UM. Nome.CATARINA MIRANDA Basso Marques. [vulgar, nenhum apelido conhecido; Basso é giro, mas é só isso. Usei-o quando era fotógrafa em Macau, por alusão ao brilho/mate do papel fotográfico]
Ponto DOIS. Habilitações Académicas:2000. Licenciatura em História, variante História da Arte. Faculdade de Letras da Universidade do Porto.[um clássico, uma Faculdade pública e reconhecida. Daqueles cursos que para pouco servem para além de fazer investigação/trabalhar em Museus]2007. Mestrado em História da Arte. Classificação: Muito Bom. Instituição que conferiu o grau: Universidade do Porto. Faculdade: Faculdade de Letras. Título da tese: A retratística em Portugal e a introdução da daguerreotipia (1830-1845) [tese que versa, entre outros assuntos relacionados com a fotografia, sobre a sua introdução em Portugal. Poderia intitular-se assim: os primórdios da fotografia em Portugal: do retratista ao daguerreotipista. Interessante. Ou não. ] (em conclusão) Grau: Dou…

talha & fruta = delicious!

..., a photo by cochinilha on Flickr.
Existe em Braga uma capela que abre uma vez no ano, para celebrar o Dia de São Geraldo, padroeiro da cidade.


Junto à porta lateral da Sé, que dá para a rua do Souto, passando o Claustro de Santo Amaro, fica a capela de S. Geraldo, que neste dia se adorna de frutos, em alusão ao milagre da fruta.




( azulejos atribuídos ao pintor António de Oliveira Bernardes)

Júlia represente!

"Júlia Mendes foi uma rapariga talentosa que atravessou a scena portugueza com o brilho fugaz de um meteoro. Contam-se dela cousas espantosas, mas basta apenas uma referencia para se ver quanto era original a trefega rapariga. Uma vez, em Braga, á hora do espectáculo no Theatro S. Geraldo, Júlia Mendes entendeu que não devia representar. Interveio a policia e a actriz foi parar á presença da autoridade. De volta a Lisboa Júlia Mendes foi para logo assediada pelos repórters que desejam entrevistal-a. A um jornalista d' O Imparcial, disse ella: — O Galhardo perguntou-me aqui ha tempos se eu queria ir ao Brasil. Respondi-lhe logo: conforme “as condições”. — E quanto queres ganhar? — Um conto e oitocentos, passagens pagas e um beneficio. — Isso não ganha a Eéjane, disse o Galhardo, dou-te um conto de réis. — Não acceito, respondi. E por causa disso temos andado um pouco de candeias ás avessas. Mandou-me elle para o Porto. Fui. Ora, aconteceu que na noite em que se representava no…

dança do Rei David

Portugal da Saudade

Segundo esta cronologia a 6 de abril de 1933: inaugurou o estúdio da Tobis Portuguesa; e Joaquim dos Santos Lima produziu em Braga, e submeteu à Censura, o documentário Portugal da Saudade, inspirado pela “vinda da Rainha da Colónia Portuguesa no Brasil, Leopoldina Belo”. Meio ano depois, foi o filme aprovado pela Comissão de Censura Cinematográfica do Brasil.

sociedade de espectáculos recreativos

[O Teatro Circo de Braga e o Cinema S. Geraldo [antigo Salão Recreativo Bracarense] foram em tempos explorados pela mesma Sociedade]

Álbum de Braga

Em 1904 foi "editado pelos srs. Manoel Carneiro & Irmão, da antiga rua do Souto ... um interessante álbum de Braga, contendo 47 photogravuras dos melhores monumentos e vistas de Braga". O álbum, posto à venda por ocasião das festas jubilares do Sameiro, apresenta uma paginação curiosa: as fotografias cercadas a moldura a negro, e legendas indicativas a vermelho, são organizadas por proximidade geográfica, realçando-se detalhes importantes.


-->






Manoel Carneiro & Irmão instalaram-se na rua do Souto - que se chamou durante algum tempo rua Rodrigues de Carvalho - na casa que fora fundada por Bernardo Carneiro, em 1865. Era um estabelecimento de "vidros" e outros "pertences" para a casa, que vendia também artigos fotográficos e postais, os quais eram editados por Carneiro.




De algumas das imagens publicadas no álbum de Braga foram editados belos postais assinados por Manoel Carneiro. A fototeca do Museu Nogueira da Silva, em Braga, tem e…

récita no Salão

Start up from macOS Recovery

I ran First Aid and got "First Aid found corruption that needs to be repaired. To repair the startup volume, run First Aid from Recovery."  

How can I do it?

1. hold down Command (⌘) + R immediately after turning on or restarting your Mac. Release when you see the Apple logo.

2. you will then see this box




3. choose DISK UTILITY and then FIRST AID.

4. restart & you are done!

note:
If you can't start up from macOS Recovery, try holding down Option-Command-R to start up from macOS Internet Recovery [need internet connection for this option]